Os cinco dedos de Tikal

Os cinco dedos de Tikal é um romance histórico. Pode ser lido de três formas: sua trama deve se sustentar por conta própria. As notas ao fim de cada capítulo, enfatizando principalmente personagens, constituem um pequeno roteiro histórico da época e também podem ser lidas isoladamente. Finalmente, deve poder ser lido de forma completa, alternando trama e notas.

Resenha

Tudo começa com quatro personagens, todos judeus, em 1936: um professor de História da América na Universidade de Dresden, judeu e homossexual; um operário comunista polonês e um casal de cafetães da Zwi Migdal, uma organização criminosa judaica, estabelecidos no Rio de Janeiro.

O primeiro tem que deixar o país por conta da perseguição nazista e decide ir pra Guatemala. O operário vai à Espanha às vésperas da Guerra Civil, tem problemas com o PC stalinista e apanha o primeiro navio, tentando fugir.

O navio vai pra Guatemala. Finalmente, o casal de cafeães enfrenta a repressão à Zwi Migdal que, começando na Argentina, influencia o governo Vargas. E, por conta da organização, vai “abrir o trabalho” na América Central. O primeiro passo é a Guatemala.

Lá, em meio a problemas (o país vive uma ditadura simpática ao fascismo e a comunidade alemã é fortíssima), todos são contatados por uma organização secreta maia, o povo que desapareceu e está por todos os cantos. Eles os convencem a se envolverem em uma tentativa de matar Hitler durante os Jogos Olímpicos de Berlim.

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Sobre o autor

Jayme Brener

Jayme Brener, pai de Pedro, Lara e Luísa, é jornalista, sociólogo e escritor. Autor de obras paradidáticas na área de Geopolítica ganhou o Prêmio Jabuti de Melhor Livro Didático em 1999 com Jornal do Século XX (Ed. Moderna) e foi finalista, em 1996, com O Golem e outras aventuras do rabino Judá Levi, de Praga (FTD). Ex-editor da IstoÉ e repórter especial do Correio Braziliense, trabalhou como correspondente do Jornal do Brasil na América Central e da Rádio Eldorado/Jornal da Tarde na Europa. Também foi correspondente, no Brasil, da Radio Nederland (Holanda), The Jerusalem Report (Israel), Radio France Internationale (França) e do jornal El Día (México). Cobriu, entre outros eventos, as guerras civis na Nicarágua e em El Salvador, a redemocratização do Chile, a eleição de Nelson Mandela, na África do Sul, e as primeiras eleições livres na Palestina. Dirige a Ex-Libris Comunicação Integrada, em São Paulo, desde 1998 e, em 2019, passou a integrar a Coordenação do Observatório Judaico dos Direitos Humanos no Brasil.