Os cinco dedos de Tikal

Com a Segunda Guerra Mundial se aproximando, a astúcia da história entrecruza os caminhos de um grupo improvável de excluídos. Judeus, índios, comunistas e putas se vêm envolvidos em uma trama imponderável – e totalmente possível. O final da trilha pode decidir o destino de milhões de pessoas. Vida ou morte entre os Cinco Dedos de Tikal.

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Resenha

Os cinco dedos de Tikal é um romance histórico. Tudo começa com quatro personagens, em 1936: um professor de História da América na Universidade de Dresden; um operário polonês e um casal de cafetões da Zwi Migdal, uma organização criminosa judaica, estabelecidos no Rio de Janeiro.
Eles são contatados por uma organização secreta, que os convence a se envolverem em uma conspiração internacional.

Na mídia

Polissílaba Literatura
A dualidade no jeito de ser dos personagens permanece até o fim do texto. Personalidades com gradações e contrastes que o sujeito do século XXI nem sempre está disposto a enxergar, talvez porque o tirem de sua zona de conforto. Se o diferente incomoda, descubra o quanto você o tolera. Apenas tome cuidado para o algoz não ser você.
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Depoimentos

Sobre o autor

Jayme Brener

Jayme Brener, pai de Pedro, Lara e Luísa, é jornalista, sociólogo e escritor. Autor de obras paradidáticas na área de Geopolítica ganhou o Prêmio Jabuti de Melhor Livro Didático em 1999 com Jornal do Século XX (Ed. Moderna) e foi finalista, em 1996, com O Golem e outras aventuras do rabino Judá Levi, de Praga (FTD). Ex-editor da IstoÉ e repórter especial do Correio Braziliense, trabalhou como correspondente do Jornal do Brasil na América Central e da Rádio Eldorado/Jornal da Tarde na Europa. Também foi correspondente, no Brasil, da Radio Nederland (Holanda), The Jerusalem Report (Israel), Radio France Internationale (França) e do jornal El Día (México). Cobriu, entre outros eventos, as guerras civis na Nicarágua e em El Salvador, a redemocratização do Chile, a eleição de Nelson Mandela, na África do Sul, e as primeiras eleições livres na Palestina. Dirige a Ex-Libris Comunicação Integrada, em São Paulo, desde 1998 e, em 2019, passou a integrar a Coordenação do Observatório Judaico dos Direitos Humanos no Brasil.